Letra:
Atençăo artilheiro
Tręs salvas de tiros de canhăo
Em honra aos mortos da Ilha da Ilusăo
Durante a última revoluçăo do coraçăo e da paixăo
Apontar a estibordo… Fogo!
Vocę é a orquídea negra
Que brotou da máquina selvagem
E o anjo do impossível
Plantou como nova paisagem
Vocę é a dor do dia a dia
Vocę é a dor da noite ŕ noite
Vocę é a flor da agonia
A chibata, o chicote e o açoite
Lá fora ecoa a ventania
E os ventos arrastam vendavais
Do que foi, do que seria
Do que nunca volta jamais
Parece até a própria tragédia grega
Da mais profunda melancolia
Parece a bandeira negra
Da loucura e da pirataria
Atençăo, artilheiro…